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Bolsonaro sonda médicos de SP para substituir Mandetta e quer defensor da cloroquina.

Talvez poucas pessoas compreendam que dentro da própria medicina existem pessoas que defendem determinadas correntes distintas quanto ao tratamento de doenças e uso de remédios. Bolsonaro, que afirmou querer resolver a “questão da saúde e tocar o barco”, sonda médicos de São Paulo, por dois motivos. O primeiro, afrontar o governador do estado, João Dória e o segundo, participar da pesquisa ou defender o uso da cloroquina.

Em um universo de médicos que aceitam o suborno de laboratórios que pagam viagens e primeira classe para resorts luxuosos, como pretexto de promoção de congressos, não será difícil encontrar alguém que defende a nova “mamadeira” ou o novo “Kit Gay” do Bolsonaro, a hidroxicloroquina.

O alvo do capitão seriam médicos do hospital Sírio Libanês ou Albert Einstein, ambos que compõem a rede de pesquisa da cloroquina, no Brasil.

Mandetta, que tem sido importante e bem avaliado como ministro da Saúde, no combate à pandemia, tem afrontado Bolsonaro, na sua ânsia de liberar a população para atividades profissionais e expondo ao genocídio sanitário, tem sido classificado pelo presidente como “estrela demais”. O ministro da Saúde é médico, com pensamento de direita e angariou o respeito de todas as correntes ideológicas na condução responsável da saúde durante a pandemia de coronavírus. Isso tem sido a gota d’água para o ego do presidente.

O resultado da troca será catastrófica para o país, bem como a carnificina que se avizinha. Com informações do UOL.

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