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Um dos 30 mais procurados do Brasil, ‘Cangaceiro do PCC’ é preso em Salvador

'Pintado', que estava na 'lista de Moro', foi detido quando passeava em Armação

Considerado um dos 30 criminosos mais procurados do Brasil, José do Carmo Silvestre, o ‘Pintado’, foi preso em Salvador nessa quinta-feira (30). Integrante da ‘lista de Sérgio Moro’, ele é suspeito de assaltar bancos e financiar o PCC (Primeiro Comando da Capital), maior facção criminosa do país.


A captura de Pintado, que estava foragido há pelo menos 12 anos, foi resultado de uma operação conjunta envolvendo as polícias da Bahia, do Distrito Federal e de Goiás. No momento da prisão, o suspeito de 51 anos passeava pela capital baiana ao lado da esposa e filhos, quando foi surpreendido pela polícia.


Com ele foram apreendidos uma pistola, um carregador, munições, porções de maconha, documentos falsos e um veículo. Os materiais estavam em um flat, no Jardim Armação, onde o assaltante estava hospedado.

Segundo a polícia, Pintado recrutava pessoas para fazer grandes assaltos a bancos e transportadoras de valores e, depois, repassava parte desse dinheiro para o PCC. Acredita-se dentro da equipe que o investigava havia anos que Pintado participou do roubo à base da Prosegur no Paraguai, em 2017.


O apelido de ‘Cangaceiro do PCC’ tem a ver com a forma como ele planeja as ações, cercando e atacando pequenas cidades.

O suspeito está detido em Salvador e deve ser levado para uma penitenciária na Bahia ou em Minas Gerais, onde foi condenado por furto qualificado pela 3ª Vara Criminal de Sete Lagoas (MG). Naquela cidade, ele levou R$ 1,1 milhão de uma agência do Banco do Brasil, em 1999.


No entanto, segundo o UOL, pessoas ligadas a operação disseram que tentarão transferir Pintado para um dos cinco presídios federais do país.

Maiores do Brasil
O homem que é considerado “um dos maiores ladrões de bancos do país” tem 51 anos, o olho direito perfurado e 1,75 metro de altura. Pintado estava preso em 1994. Naquele ano, teve que ser internado para tratamento médico. Então, comparsas com fuzis e metralhadoras invadiram o hospital e o resgataram.


Em 19 de abril de 1999, fez o assalto em Sete Lagoas. Foram sequestrados os gerentes e caixas da agência do BB depois do expediente, de acordo com um relatório obtido pelo UOL.

Em 2005, foi preso em Salvador. Possuía US$ 20 mil em espécie, joias, rádios para comunicação e muitas armas: um fuzil 50, uma metralhadora calibre 30, uma pistola 9 milímetros, dois revólveres 38 e algemas.


Modus Operandi
Usar fuzis e metralhadoras são comuns em assaltos a bancos em que as cidades são sitiadas. No interior do Brasil, os bandidos cercam as unidades policiais e os bancos e fazem explosões para abrir caixas-fortes de bancos ou de empresas de transporte de valores.

De 2015 a 2017, houve dez roubos que obtiveram R$ 215 milhões apenas das chamadas bases-fortes. Pintado acabou fora da prisão novamente. Em 2008, foi expedido o mandado de prisão por causa de sua condenação pelo assalto em Sete Lagoas.


Anteontem, ao ser detido em Salvador, ele estava com a amante e usava duas identidades falsas. Os policiais foram a seu apartamento e fizeram busca e apreensão de armas e outros objetos.

A expectativa da equipe é que, com os materiais apreendidos na residência, seja possível pedir à Justiça um exame de DNA e, assim, verificar a participação de Pintado em outros grandes assaltos da bancos e transportadoras de valores, como os que ocorreram no Paraguai, em Ribeirão Preto, Campinas e Uberaba. Fonte: Informa1


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