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Aproximação de Bolsonaro e aliados com o nazi-fascismo não é de hoje; Confira na Rede!

A demissão de Roberto Alvim, Secretario Especial de Cultura, após a repercussão do vídeo em que ele parafraseia Joseph Goebbels, ministro da Propaganda do Partido Nazista de Adolf Hitler, não foi a primeira vez em que Jair Bolsonaro e seus apoiadores se aproximaram do ideário nazi-fascista.


O próprio presidente, apesar de, em nota ter reiterado repúdio “às ideologias totalitárias e genocidas” como o nazismo, já esteve envolvido em episódios do tipo. Os filhos de Bolsonaro e seus ministros também protagonizaram momentos análogos ao vídeo de Roberto Alvim. Relembre:


Foto com sósia de Hitler
Em 2015, em uma audiência pública para discutir o projeto Escola Sem Partido, um homem vestido como Adolf Hitler foi convidado a discursar por Carlos Bolsonaro, filho do agora presidente. Impedido por parlamentares indignados, o homem se retirou.


Após a confusão, o homem deixou a audiência e fez um registro ao lado do então deputado federal Jair Bolsonaro. O professor Marco Antônio, como era conhecido o sósia do alemão, foi candidato a vereador pelo PSC, então partido da família Bolsonaro à época. Flavio Bolsonaro, atual senador, chegou a ajudar financeiramente a campanha da polêmica figura.

Recepcionado por Skinheads
Também em 2015, Jair Bolsonaro começou a alicerçar sua candidatura ao Planalto. Em uma viagem a Recife (PE), apoiadores do então deputado federal foram ao aeroporto recepcionar sua família. Entre eles, um skinhead dos ‘Carecas do Brasil, grupo acusado pelo Ministério Público por ter espancado um jovem negro e gay em Recife. Também são suspeitos de espalhar cartazes pela cidade com a frase “Hitler tinha razão”.


“Movimento de esquerda”

Já na condição de presidente da República, Jair Bolsonaro visitou o Yad Vashem, Centro de Memória do Holocausto em Jerusalém. Logo depois, o presidente disse à imprensa não ter dúvidas de que o nazismo foi um movimento de esquerda.


A fala de Bolsonaro foi repudiada por próprios judeus, como os do grupo Judeus pela Democracia. Além disso, a própria instituição visitada por Bolsonaro afirma, como os principais historiadores do mundo, que o nazismo foi o resultado do radicalismo de extrema direita.

Pai de ministro protegeu nazista

Em 1978, Henrique Fonseca de Araújo, procurador-geral da República à época, dificultou a extradição de um nazista acusado de 250 mil mortes entre 1942 e 1943.


Indicado para o posto pelo presidente Ernesto Geisel, Araújo negou a extradição de Gustav Franz Wagner. O procurador, morto em 1996, é pai do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, escolhido para o cargo pelo presidente Jair Bolsonaro. Fonte: Yahoo Notícias.


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