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Bahia registrou 21 casos de trabalho escravo em 2019, aponta MPT

Ao longo de 2019, as operações de combate ao trabalho escravo na Bahia resgataram 21 trabalhadores em situações análogas às de escravo. Desse total, nove são venezuelanos. Com esse registro, a Bahia figura como o quinto estado com maior número de trabalhadores retirados dessa situação desde 2003. De lá para cá, foram 3.270 casos do tipo registrados pelo Ministério Público do Trabalho no estado (MPT-BA).


Em 2019, seis ações fiscais terminaram com a configuração de situação de trabalho escravo, sendo cinco na zona rural e um na zona urbana. Só na agropecuária, atividade econômica com maior incidência de trabalho escravo, já foram resgatados mais de 2.500 trabalhadores nas últimas duas décadas. De acordo com o MPT, a cadeia produtiva do cacau na região Sul apresenta os maiores índices do último ano.

“No dia próximo dia 28 de janeiro, Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, vamos chamar a atenção da sociedade para a existência dessa chaga social que é o trabalho escravo, e para a necessidade de erradicar esse tipo de prática”, anuncia a procuradora do trabalho Manuella Gedeon, coordenadora regional de combate ao trabalho escravo do MPT na Bahia.


Em todo o Brasil, foram realizadas 45 operações de resgate em 2019, com mais de mil trabalhadores retirados da situação de trabalho semelhante a de um escravo. houve liberação dos trabalhadores em 70% das operações, índice maior que o de 2018, quando 48% delas terminaram com resgate.

No ano passado, o governo federal publicou a relação dos empregadores envolvidos com o esquema, a chamada “lista suja do trabalho escravo”. Foram incluídos na lista mais 14 empregadores baianos (7,4 do total do país). Todos eles foram flagrados submetendo empregados a situações degradantes e tiveram o processo administrativo de autuação pela Secretaria de Inspeção do Trabalho do Ministério da Economia concluído antes da data da divulgação da lista.


A lista suja funciona como um dos instrumentos de pressão sobre empresas e pessoas físicas que se valem do trabalho escravo, pois expõe seus nomes e os impede de realizar uma série de operações de crédito e de contratação com órgãos e empresas estatais.


Na Bahia, as ações de combate ao trabalho escravo são realizadas pela Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo – Coetrae Bahia, e pelo grupo de Articulação para Erradicação do Trabalho Escravo na Bahia (Gaete). A Coetrae Bahia é composta por órgãos federais, estaduais e também por entidades civis. Juntos, eles atuam tanto na prevenção quanto no combate do trabalho escravo. A partir de denúncias e de investigações próprias, os órgãos identificam possíveis locais onde esteja havendo exploração de trabalho escravo e montam operações para fiscalizar in loco. Essas operações envolvem um grande número de agentes públicos, inclusive com apoio de forças policiais para garantia da segurança de auditores-fiscais do trabalho, procuradores, defensores públicos e demais envolvidos nos resgates. Fonte: Bahia Notícias


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Botuporã-BA: Polícia prende homem com R$ 1 mil em cédulas falsas; Confira na Rede!

Um homem foi preso com R$ 1 mil em cédulas falsas, em Botuporã, no sudoeste baiano, nesta quinta-feira (23).


Conforme informações da Polícia Federal, o suspeito recebia e negociava o dinheiro ilegal há cerca de seis meses. Em depoimento, o homem confessou já ter movimentado mais de R$ 20 mil em notas falsas na região de Botuporã.


“Recebemos o informe da PF que ele havia pedido as notas via Correio. Fomos rastreando a documentação até prendermos o criminoso em flagrante”, afirmou o comandante da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Sudoeste, major Edson Mascarenhas. 


O suspeito foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Federal, em Vitória da Conquista. Fonte: Bahia Notícias


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Redação nota 1000 do Enem na Bahia cita Globo, Chaplin e nazismo; leia na íntegra

Nascido em Vitória da Conquista, na Bahia, o estudante baiano João Pedro Silva Bonfim tem um orgulho para colocar no currículo. Na Bahia, dos 395.437 inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2019 somente ele conseguiu obter nota 1000 na prova de redação. No resto do país, apenas outros 52 estudantes obtiveram essa nota dos quase 5 milhões de candidatos que se inscreveram no exame.


Minas Gerais foi a unidade federativa com mais estudantes com notas 1000, 13 ao total – dos quais 10 foram mulheres.Ao total, 16 estados tiveram estudantes com a nota máxima na redação. Do Nordeste, apenas Sergipe e Maranhão não tiveram representantes na lista. O Ceará e Rio Grande do Norte lideram o ranking regional com seis alunos.

Morador de Vitória da Conquista, sudoeste do estado, o jovem de 19 anos é um amante das letras, sobretudo da gramática, e sonha em ser médico. Por isso, sua vida tem sido dedicada aos estudos, com maior foco na Redação e nas Ciências Naturais.

No Enem, a nota da média geral de João Pedro foi de 755, que pode subir ou diminuir na busca por uma vaga em curso de Medicina em instituições de todo o país, já que o peso das notas varia de acordo com os critérios utilizados por cada instituição de ensino.


“Estou esperançoso de conseguir uma vaga, mas vai depender desses critérios”, comentou João Pedro, que no momento está focado nas provas do vestibular da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), nos próximos dias 2 e 3 de fevereiro.

“Com o curso de redação, onde fiquei de fevereiro a dezembro, fiz textos uma vez por semana e, antes disso, fazia pesquisas variadas sobre o tema, com opiniões às vezes até contrárias, de modo que me favorecia a uma compreensão melhor”, contou.
(Clique em cima da imagem para ampliar e ler o rascunho da redação nota 1000 escrita por João Pedro). Foto: Acervo pessoal.

Mas nada de exagero: “Faço no máximo uma redação por semana. Tem gente que faz de três a quatro, não acho que dá certo. Prefiro focar na qualidade que na quantidade de redações. Melhor pesquisar mais sobre o tema e, depois, escrever”.


Após fazer a introdução da sua dissertação falando que o cinema surgiu como entretenimento e arte, João Pedro citou o filme “O Grande Ditador” (1940), de Charles Chaplin, e, depois, o documentário “A Guerra no Brasil” (2017), do jornal O Globo, para exemplificar o cinema como meio disseminador de informações e formador de opinião.

A produção de Chaplin, inclusive, é um dos três filmes que serão cobrados no vestibular da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb), cujas provas serão aplicadas nos próximos dias 2 e 3 de fevereiro. O estudante será um dos candidatos e tentará vaga no curso de Medicina.

Como já conhece a obra de Chaplin, João Pedro disse que “o filme caiu como uma luva” na hora de fazer a redação nota 1000. “Pensei em citar na parte onde falei que os filmes conscientizam as pessoas, porque [O Grande Ditador] fala de preconceito e de ditadura, o filme mostrava o antissemitismo [contra os judeus]”.

“É um assunto muito atual, as pessoas discutem preconceito de etnia, de cor, orientação sexual, e essa parte da ditatura. O filme tinha material suficiente para eu dizer a importância deles na conscientização das pessoas e para formar opinião nesses assuntos mais polêmicos e complicados”.


Na época do Enem fazia um ano das eleições para presidente, que ficou marcada também pela atuação de grupos que defendiam a volta da ditadura e medidas mais autoritárias e antidemocráticas. “E esse filme consegue conscientizar as pessoas dos perigos de um governo antidemocrático”, declarou João Pedro.

Na análise do estudante, o documentário do jornal O Globo sobre segurança pública no Brasil “traz dados relevantes sobre a violência no país e captura a atenção dos espectadores devido à dramaticidade das cenas”. “Dessa maneira, os documentários conseguem unir a beleza da arte à transmissão de informações”, ele escreveu.

No Enem de 2019, o tema da Redação foi “Democratização do acesso ao cinema no Brasil”, com trechos de textos de apoio, como do artigo “O que é cinema”, de Jean-Claude Bernardet; do texto “O filme e a representação do real”, de C.F.Gutfreind; e ainda do infográfico do periódico “Meio e a Mensagem” sobre o percentual de brasileiros que frequentam salas de cinema, e trecho do texto “Cinema perto de você”, da Agência Nacional de Cinema (Ancine).

Leia a reprodução da folha de rascunho da redação. O texto pode ter sido modificado na folha definitiva da prova.

O cinema surgiu como um mecanismo de registro de momentos e tinha um cunho científico, mas, pouco antes do início do século XX, foi apresentado ao mundo como uma arte, além de ser um entretenimento e, ao longo dos anos, ganhou forte repercussão internacional. Foram representados em vídeo personagens famosos, como Mickey Mouse, o Batman, o Superman, entre outros, que conseguiram grande sucesso ao redor do mundo. Apesar disso, o cinema evoluiu e hoje não é apenas uma forma de diversão para as massas, mas também um meio que expõe visões de mundo e consegue formar opiniões de grande valor. Assim, devido aos seus muitos benefícios, é imprescindível que seja democratizado o acesso ao cinema no Brasil.


O cinema cumpre um importante papel de conscientizar as pessoas. O filme “O grande ditador”, de Charles Chapllin, por exemplo, traz consciência a respeito do preconceito contra os judeus, pois retrata a Alemanha por volta de 1940, época em que era dominada por um regime nazista, o qual pregava o antisemitismo.

Esse filme também apresenta um contexto que se assemelha ao cenário político atual no Brasil, já que retrata a opressão de um governo ditatorial, fenômeno cujo conhecimento é muito importante na contemporaneidade, uma vez que grupos que defendem o autoritarismo e outras medidas antidemocráticas têm surgido e ganhado espaço no território nacional. Desse modo, os filmes têm grande peso na conscientização do povo brasileiro acerca de problemas, como o preconceito e ameaça à democracia.


Além disso, a sétima arte, como é chamada o cinema, funciona como uma importante fonte de informações. Os documentários, filmes que, como sugere o nome, documentam períodos, acontecimentos históricos e contextos geopolíticos são de extrema importância para a construção de opiniões por parte dos brasileiros. O documentário “Brasil, um país violento”, da Rede Globo, como exemplo, traz dados relevantes sobre a violência no país e captura a atenção dos espectadores devido à dramaticidade das cenas. Dessa maneira, os documentários conseguem unir a beleza da arte à transmissão de informação; são, pois, indispensáveis à nação brasileira, haja vista que contribuem sobremodo para a formação do pensamento crítico nacional.


Portanto, em vista da grande relevância que essa arte possui, o governo brasileiro e os shoppings (locais onde os filmes em sua maioria são exibidos), em parceria, devem fornecer universal e democraticamente, cinemas aos brasileiros, principalmente nas zonas rurais, nas tribos indígenas, que queiram acesso aos filmes, nas periferias das cidades e nas favelas, visto que essas áreas foram, historicamente, deixadas à margem da sociedade durante muitas décadas. Tal ação deve ser feita por meio do estabelecimento de salas de cinema próximas a esses lugares. Essas salas, por sua vez, precisarão ter seus ingressos parcialmente custeados pelo governo, de modo a baratear o acesso dos mais pobres às obras cinematográficas. Isso será realizado para que, como consequência, todos os habitantes da nação, ricos ou pobres, tenham acesso digno a essa tão importante forma de arte. Ao fazer isso, o Brasil conseguirá, por fim, democratizar o acesso aos filmes.

Na Redação, cujo rascunho foi cedido com exclusividade ao CORREIO, João Pedro fez uma abordagem histórica do surgimento do cinema como entretenimento e arte, e destacou que, com o passar dos anos, virou também uma importante plataforma para disseminar informações e formar opinião.


João Pedro possui um ritmo de estudos intenso e dedica a maior parte do tempo aos assuntos de Redação, Biologia, Química e Física – as outras disciplinas, sobretudo de Ciências Humanas, consegue absorver com mais facilidade, mesmo sem tanto empenho.

A dedicação às disciplinas que gosta é tanta, que ele resolveu fazer cursos específicos. Por isso, conseguir a nota máxima na Redação foi consequência de muita pesquisa sobre atualidades e assuntos variados.

João Pedro também teve boa formação dos ensinos Fundamental e Médio, ambos cursados no Colégio Sacramentinas – um dos mais conceituados da rede privada de Vitória da Conquista. Fonte: Correio


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Da periferia e filho de empregada é 1º em Direito na Ufba: “que a escola pública sinta-se representada”

Filho de empregada e motorista de ônibus, Lívio Pereira, 18 anos, ‘brocou’ no Enem (Foto: Reprodução/Facebook)

Apesar de esperar dois anos pela sonhada vaga em uma universidade pública, o ex-aluno da rede estadual Lívio Pereira, 18 anos, não esperava ser o primeiro colocado na corrida por uma vaga no curso de Direito da Universidade Federal da Bahia (Ufba). “Eu atualizava o Sisu o tempo todo durante três dias. Corri gritando pela casa quando vi meu nome lá e minha mãe achou até que eu estivesse doido”, brinca o jovem, relembrando o dia da aprovação. Mas ser advogado é plano para o futuro. O que o estudante – morador da Boca do Rio, filho de uma empregada doméstica e de um motorista de ônibus – pretende agora é atualizar as séries que curte na Netflix.


Mesmo levando o 1º lugar numa das mais conceituadas faculdades de Direito do país, Lívio conta que nunca foi um aluno excelente ou o 1º da classe. A preocupação com os estudos, no entanto, chegou durante o 3º ano do ensino médio. “Com a pressão do Enem e do vestibular, eu comecei a estudar”, contou ao CORREIO, com bom humor característico.


O rapaz foi aluno do Colégio Estadual Anísio Teixeira, no bairro da Caixa D’Água, local em que despertou nele o sonho de seguir a carreira jurídica. “Eu fazia um curso técnico de segurança no trabalho e já pegava matérias específicas, que abordava conteúdos de Direito no primeiro ano. Foi aí que descobri que queria fazer o curso”, conta.


O rapaz diz que agradece aos professores da instituição pelo apoio com a escolha do curso. “Lembro que eles fizeram um teste vocacional pra mim, na época”, relembra.

Representatividade
Negro, morador da periferia, filho do motorista de ônibus Antônio Carlos e da doméstica Cristina Pereira, Lívio é o primeiro da família a entrar em uma universidade pública.


Ele diz que o sustento da casa vem do salário do pai e que a mãe mal completou o ensino fundamental. “Eu agradeço muito a Deus porque não precisei trabalhar, como meus outros colegas. Mesmo sendo humilde, meus pais me deixaram ficar só estudando”, relata.

Por falar em colegas, Lívio quer que sua conquista sirva de exemplo para outros estudantes de colégios públicos.

“Quero que a galera de escola pública sinta-se representada”, disse ele, ao comentar seu resultado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que garantiu a vaga na faculdade. Segundo ele, muitos alunos da sua sala, inclusive, nem sabiam da existência da Ufba. “Quero que todos eles entrem na universidade”.


Batalha
Em 2016, Lívio prestou vestibular para Psicologia, mas não foi aprovado. Ele atribui o revés à falta de tempo para se dedicar completamente aos estudos. “Eu fazia o último ano de manhã, estudava de tarde e fazia um cursinho pré-vestibular à noite, no Barbalho”, explica. O curso, que na época custava R$ 150, era garantido por uma boa fatia do salário do pai.

Foi no ano seguinte que ele resolveu “se isolar” para estudar. O jovem saiu de Salvador e foi passar a maior parte do tempo na Ilha de Itaparica, em uma casa de veraneio da família.


Técnica de estudo
Como dessa vez o jovem estava sozinho, sem ajuda do cursinho, criou uma técnica diferenciada que funcionava à base de frases de incentivo. Às 6h30, por exemplo, o despertador tocava com as mensagens: “Dormir não lhe torna advogado” ou “Acorda, espartano!”

Meia hora depois era hora do café. Das 7h às 12h, o jovem estudava os conteúdos relacionados à área de Humanas. No almoço, Lívio ainda assistia vídeo-aulas para “não perder o foco”. De tarde era a hora de estudar Exatas e, de noite, era hora de se debruçar sobre a resolução de questões. “Fiz todas as provas do Enem, (aplicadas) de 2009 até 2017”, conta orgulhoso. Depois, ele começou a resolver provas de universidades de outras regiões, como a Fuvest (São Paulo).


Outra técnica adotada pelo rapaz foi criar um “cantinho do guerreiro”, um espaço que era usado apenas como local de estudos.

Diferenciado
No rolê (convívio dos amigos), Lívio é conhecido como Coroa. O apelido, segundo ele, veio por causa do seu gosto por cantores antigos, como Renato Russo, da Legião Urbana.

“Os meus amigos gostam de pagode, mas eu curto rock brasileiro”, conta.

O jovem também tem paixão pelos livros. A obra Revolução do Bichos, de George Orwell, é uma das suas prediletas. “Adoro ler, ver filmes e tocar violão”, resume o rapaz, que abre a sua caminhada na Faculdade de Direito da Ufba no dia 2 de abril. Fonte: Correio.


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Cantor Kléber Lucas irrita mundo gospel e canta música do mundo em igreja evangélica

Cantor emplaca uma polêmica atrás da outra

O pastor Kleber Lucas vem envolvendo em várias polêmicas este ano. A separação do cantor esta semana causou a maior polêmica no meio evangélico após uma suposta traição por parte de Kleber lucas, e ele colocou o cargo de pastor a disposição da liderança da igreja.


Um dos maiores nomes da música gospel,Kleber Lucas é também um dos mais polêmicos. A atitude do cantor num desespero de provar pro mundo que é um evangélico legal e não radical, o faz se envolver cada vez mais em polêmicas.


Ao participar de um evento conhecido como “Fórum inside” na Igreja Batista Betesda, do Pastor Vily fomin, o cantor radicalizou mais uma vez. Dessa vez, o artista resolveu cantar Legião Urbana no altar da igreja em seu show.


Mas ele próprio não divulgou a atitude em seu instagram,tomamos conhecimento do momento  através do perfil do pastor Villy que publicou o vídeo no stories de seu instagram em total apoio a Kleber Lucas dizendo: “minha fé não e racista, homofóbica, machista. Minha religião é o amor”, escreveu o pastor que também e psicanalista.


E toda igreja foi com ele. Nessa quebra de paradigma kléber Lucas já teve muitas atitudes questionadas pelo meio gospel.

A maior das polêmicas foi em 2015 quando o cantor foi tocar e cantar dentro de um terreiro de macumba no Rio e ainda doou dinheiro para sua recuperação.Segundo Lucas,ele foi pregar a intolerância religiosa.E ao som dos atabaques ele cantou a música “maria,maria” de Milton Nascimento com os colegas de fé.


Kleber Lucas já fez polêmica também ao gravar o show inteiro de Roberto Carlos aparentemente bêbado. Ele gritava palavras como “os religiosos vão pirar”,querendo impressionar.

O cantor também já dividiu o palco com Latino em sua igreja para cantar com os fiéis e constantemente inclui músicas seculares no seu repertório musical do culto.

Kleber Lucas também declarou que frequenta boates para dançar com sua esposa e foi ,pessoalmente,em uma para se encontrar com sua enteada,filha do jogador Romário,porque ela queria ver os pais. Kleber Lucas admitiu que quando chegou no local viu muitos filhos de pastores lá dentro. Por essas e outras que Kléber Lucas ,sem dúvida,é o mais polêmico dos cantores gospel no Brasil. Fonte: Buxixo Gospel


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Evangélica famosa não resiste ao carnaval em Orlando e é flagrada rebolando até o chão

A evangélica Carla Perez não resistiu a um evento tem chamado atenção das redes sociais, chamado carnaval fora de época. As comemorações do carnaval em Orlando tem dado o que falar.A comunidade americana com o maior número de brasileiros nos Estados Unidos, ganhou um dia para celebrar a festa da carne.


Carla Perez que é uma famosa evangélica muito conhecida aqui no Brasil tem o dado o que falar porque não aguentou a pressão do carnaval e está rebolando até o chão. Ela que é ex-dançarina e tem acompanhado o marido,também evangélico, Xandy do Harmonia do Samba.

O grupo tem sido uma das principais atrações do carnaval de Orlando. Carla perez se empolgou nesta última sexta-feira ao rever o antigo companheiro do grupo “é o Tchan”, Jacaré. Xandy, para comemorar o encontro mandou tocar a música “dança da cordinha” e os dois dançarinos aproveitaram para matar saudades do antigo tempo.Carla rebolou até o chão para o delírio da plateia.

Alguns internautas criticaram a postura da artista que divulga aos quatro cantos que é evangélica.

Inclusive, no último DVD da Banda Harmonia do Samba, Xandy cantou ao lado da filha uma música gospel que entrou para o repertório da banda no DVD. A música “ninguém explica Deus” da banda Preto no Branco, teve boa repercussão na crítica. Muitos até cogitaram que futuramente, Xandy pudesse gravar música gospel.

Porém, ser evangélico no Brasil já passou da idéia de ter que renunciar qualquer coisa. Hoje, qualquer pessoa pode se evangélico. É mais uma questão de frequentar igreja do que qualquer outra coisa.

A atriz Bruna Marquesine sambou no carnaval na Apoteose e dias depois, disse que ficou “loucona de Espírito Santo” numa vigília. Ou quem não se lembra da modelo que obteve, segundo ela, permissão para desfilar nua na Sapucaí. A situação foi polêmica de uns carnavais atrás e vai continuar enquanto houver carnaval no Brasil. Fonte: Buxixo Gospel


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Bisneta de Gandhi critica visita de Bolsonaro a memorial: “Distorção do legado”


Em 30 de janeiro de 1948, Gandhi foi assassinado por um hinduísta fanático; o líder lutou, por meios pacíficos, por uma Índia independente / Foto: AFP

Professora de estudos religiosos na Universidade de Yale, nos EUA, Supriya Gandhi concedeu entrevista ao Brasil de Fato

Em viagem à Índia, o presidente Jair Bolsonaro confirmou que fará, no sábado (25), uma visita ao Memorial de Mahatma Gandhi, líder da campanha de independência indiana na primeira metade do século 20. Referência de movimentos por direitos civis e liberdade em todo o mundo, Gandhi propagou a não-violência como método de luta e enfrentamento às opressões econômicas, políticas e sociais.


Apesar das diferenças ideológicas, Bolsonaro deverá colocar flores sobre o túmulo onde estão as cinzas do líder indiano, a exemplo do que fizeram os ex-presidentes brasileiros Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante seus mandatos.


A visita ao memorial ocorre a convite do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, principal representante do nacionalismo hindu e integrante do Bharatiya Janata (BJP). Fundado em 1980, o partido tem, em suas origens, ligação com o grupo paramilitar Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS), responsável pelo assassinato de Gandhi em 1948. Hoje, por outro lado, a sigla diz estar alinhada com as ideias do líder independentista.


Assim como Bolsonaro, Modi encabeça um governo de extrema direita, aposta na liberalização da economia e na desregulamentação do mercado e é acusado de perseguir minorias e grupos opositores. Nos últimos meses, ele foi criticado por promover perseguições a muçulmanos por meio de mudanças na Lei de Cidadania do país.


Em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato, a professora de estudos religiosos Supriya Gandhi, bisneta do líder da independência indiana, afirma que Bolsonaro se junta ao governo local na tentativa de se apropriar e distorcer o legado de Mahatma Gandhi. “Eles querem um Gandhi despido de seu poder e de sua força radical”, analisa.


Supriya Gandhi é Ph.D. pela Universidade de Harvard e professora sênior na Universidade de Yale, nos Estados Unidos, em estudos religiosos. Na entrevista, às vésperas do 72º aniversário do assassinato de Gandhi, ela também critica a postura repressiva do governo indiano e comenta a relevância dos ensinamentos do bisavô. Confira:


Brasil de Fato: Mahatma Gandhi deixou como legado uma série de críticas e propostas sobre a sociedade indiana na primeira metade do século 20. Qual delas permanece relevante para a Índia hoje?

Supriya Gandhi: Eu acho que todas elas são [relevantes]. De certa maneira, Gandhi foi capaz de enxergar o futuro. Gandhi nos lembra as conexões entre democracia, busca da verdade, pluralismo e administração ambiental.

Hoje, líderes populistas e seus partidários prosperam em um mundo pós-verdade, reprimem a democracia e impulsionam a humanidade ao ecocídio.

A ideia de não-violência continua sendo levada adiante pelos trabalhadores da Índia ou é tratada como algo desatualizado, sete décadas após a independência?

A ideia de não-violência brilha através dos protestos pacíficos que estão surgindo em todo o país contra a emenda à Lei de Cidadania, que é discriminatória. O tempo dirá se esses protestos continuarão e se expandirão, mas eles já estão criando solidariedades entre classe, casta e religião.

O Estado está reprimindo esses protestos com medidas repressivas.

Considerando as reflexões de Gandhi sobre o hinduísmo, não é uma contradição que grupos religiosos fundamentalistas sejam acusados ​​de cometer esses atos de perseguição e repressão contra os muçulmanos hoje? É possível supor que, se ele estivesse vivo, Gandhi estaria condenando esses atos e a posição do BJP nesses conflitos?

Não é uma contradição, pois esses atos de violência são praticados por quem admira a ideologia do assassino de Gandhi.

Essas práticas constantes de violência não são uma exceção. Elas fazem parte de uma estratégia multifacetada para mostrar às minorias seu lugar e garantir conflitos sociais perpétuos.

O legado de Gandhi está em jogo. No Brasil, por exemplo, o presidente de extrema direita Jair Bolsonaro fará uma homenagem no memorial de Gandhi em sua visita a Nova Delhi. Bolsonaro atua como defensor da indústria de armas e faz um discurso violento contra minorias. Como você vê esse tipo de homenagem e como analisa a apropriação do legado de Gandhi por políticos considerados autoritários?

Bolsonaro tem muito em comum com a liderança que está no poder na Índia, além de seu completo desrespeito às normas democráticas e à urgência da crise ambiental. Não é de surpreender que ele se junte ao governo local na apropriação de Gandhi e na distorção das ideias e do legado de Gandhi.

O governo e os grupos aliados tentam purgar os fatos sobre o assassinato de Gandhi. Eles querem um Gandhi despido de seu poder e força radical.

Edição: Vivian Fernandes

Fonte: Brasil de Fato


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"Sopa de Morcego" causa revolta e pode ter ligação com "Coronavírus" na China. Diz site

A disseminação do coronavírus entre humanos na China pode ter origem em morcegos e cobras, como sugere uma análise genética do patógeno que até agora causou 17 mortes e a infecção de mais de 600 pessoas.


Não está claro, entretanto, como o vírus se espalhou entre humanos. Surgiu a suspeita de que o “link” entre os morcegos e as pessoas seja uma sopa que seria largamente consumida em Wuhan, o principal foco do coronavírus e que está isolado.


A sopa é feita com morcego. Imagens da iguaria se multiplicaram nas redes sociais após o início da propagação do vírus, contou o “Daily Star”. Na preparação da sopa, o morcego é cozido inteiro, com a barriga aberta.


Estudos - Um estudo, publicado nessa última terça-feira (21-01-2020) na revista “Science China Life Sciences”, patrocinado pela Academia Chinesa de Ciências de Pequim, analisou a relação entre a nova cepa e outros vírus.


O estudo aponta que o coronavírus que surgiu na cidade de Wuhan está estreitamente relacionado a uma cepa existente em morcegos.
“O fato de os morcegos serem os hospedeiros nativos do Wuhan CoV (coronavírus) seria um raciocínio lógico e conveniente, embora ainda seja provável que haja hospedeiros intermediários na rede de transmissão de morcegos aos seres humanos”, disseram os pesquisadores.


Esse estudo não especulou sobre qual animal poderia ter sido um “hospedeiro intermediário”, mas um segundo estudo da Universidade de Pequim, publicado ontem no “Journal of Medical Virology”, identifica as cobras como possíveis transmissoras.


De acordo com a revista “New Scientist”, a pesquisa comparou o genoma de cinco amostras do novo vírus com 217 vírus parecidos coletados em várias espécies. A conclusão foi de que o novo coronavírus, identificado como 2019-nCoV, se assemelha ao vírus encontrado em morcegos, embora se pareça mais com o vírus encontrado em cobras.

*** Informações com NBO via Blog do Alex Ramos


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Governo Bolsonaro planeja criar 'impostos sobre o pecado'; Confira na Rede!

O governo de Jair Bolsonaro planeja a criação de “impostos sobre o pecado”, como definiu o ministro da Economia, Paulo Guedes, para aumentar a taxação de bebida e cigarro.



“Vamos ver no Congresso. O cara fuma muito? Bebe muito? Taca um imposto nele. Porque, se fuma muito, vai ter problema de pulmão lá na frente, vai ocupar hospital público. Então, põe logo um imposto nele”, declarou Paulo Guedes. “Vício tem que ser caro, para ver se desincentiva”, completou o ministro, sem dar mais detalhes sobre a ideia.

As declarações foram feitas em palestra no Tribunal de Contas da União (TCU) na última quinta-feira (7), segundo o jornal “Correio 24 Horas”. No evento, Paulo Guedes também afirmou que o governo tem pressa em promover uma reforma tributária. Fonte: Visão Oeste





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Reflexão: Se Deus está ao meu lado, eu nunca caminho sozinho

A única companhia que realmente é eterna e que nunca nos faz pensar que estamos caminhando sozinhos é a de Deus.


Ao longo da vida, muitas companhias passam por nós. Algumas delas são boas, fazem-nos crescer como pessoas, ensinam lições valiosas e nos motivam a continuar trabalhando para os objetivos certos. Outras nos mostram o lado mais difícil da vida e nos fazem aprender algumas coisas pela dor.

No entanto, mesmo quando estamos acompanhados de boas pessoas, algumas vezes, podemos nos sentir sozinhos. Pensamos que essas pessoas não permanecerão conosco nas horas mais difíceis, quando mostrarmos nossos maiores defeitos ou quando não tivermos forças para caminhar por conta própria.


Nos momentos mais difíceis da sua vida, Deus é o único que permanecerá ao seu lado, sustentando e fortalecendo você

Deus nunca prometeu que seria fácil, mas prometeu que nunca nos deixaria sozinhos

A amizade não se trata de ser inseparáveis, mas sim de poder estar separados sem que nada mude

Por melhores que sejam as pessoas, ainda despertarão o sentimento de insegurança em nós, algumas vezes, isso porque são imperfeitas pois, em algum momento, poderão nos magoar e nos causar feridas profundas.


A única companhia que realmente é eterna e que nunca nos faz pensar que estamos caminhando sozinhos é a de Deus. Ele nos completa desde o primeiro momento que aparece em nossa vida e nos mostra que há muito mais na vida do que imaginamos.

Com Deus, descobrimos uma força dentro de nós mesmos que não esperávamos possuir. Pouco a pouco, Ele nos faz enxergar tudo aquilo de bonito e especial que existe dentro de cada um e se mostra a companhia mais fiel e construtiva que temos.


Deus é um ser superior, Ele nos completa verdadeiramente e nos inspira a continuar, e se mostra presente em nossa vida de muitas formas diferentes.

Deus é um dia bonito de sol que nos faz acordar inspirados a viver, é a lealdade de um amigo que se recusa a deixar o nosso lado, não importa o que aconteça, é uma surpresa positiva no dia que renova nossas esperanças e o abraço de nossa mãe, quando estamos cansados.

Ele está sempre ao nosso lado, fazendo-se presente em todos os momentos e nos mostrando o verdadeiro significado de cumplicidade.


Quando temos Deus, nunca estamos sozinhos, porque o Seu amor nos guia nas estradas mais escuras e nos permite encontrar nova vida, cheia de conquistas e sucessos.


Deus é nossa melhor e mais verdadeira companhia, porque nossa conexão não está motivada por nenhum interesse egoísta, mas pelo amor verdadeiro e pelo cuidado, e nada é mais poderoso do que isso.

Faça de Deus o seu melhor amigo, caminhe ao Seu lado e você nunca mais se sentirá sozinho.


Fonte: O Segredo


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Presos que estavam sendo 'comidos vivos' por doença são internados

Os casos da doença infecciosa foram confirmados após uma visita da Defensoria Pública e de integrantes da Comissão de Direitos Humanos da OAB Roraima ao Hospital Geral de Roraima (HGR)

Trinta presos da Penitenciária Agrícola do Monte Cristo (Pamc), em Boa Vista, estão internados no Hospital Geral de Roraima (HGR) com uma doença infeccionsa que está provocando feridas e "corroendo" a pele dos custodiados. O surto da doença chamou a atenção de autoridades e órgãos de proteção de Direitos Humanos. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em Roraima e a Defensoria Pública do estado denunciam que a unidade prisional não tem condições de higiene e os detentos vivem em meio à superlotação e falta de atendimento médico. O Ministério Público de Roraima (MP-RR) já pediu a interdição parcial da penitenciária.



Os casos da doença infecciosa foram confirmados após uma visita da Defensoria Pública e de integrantes da Comissão de Direitos Humanos da OAB Roraima ao Hospital Geral de Roraima (HGR), para onde os presos estavam sendo levados, e à penitenciária.

A secretaria de Saúde de Roraima divulgou nesta quarta-feira ter identificado como piodermite a doença que atinge os detentos, descartando a hipótese de uma bactéria desconhecida.



“Após a realização de uma série de protocolos de saúde pela equipe médica do Pronto Atendimento Airton Rocha, foi constatado que as múltiplas lesões nas mãos e nos glúteos com características infecciosas, acompanhados de conteúdo purulento nos pacientes, são decorrentes de piodermite, uma infecção de pele causada por bactérias oportunistas, que ocorre quando já há uma lesão de pele do tipo escabiose”, informou em nota.

A secretaria diz que os presos estão recebendo tratamento com aplicação de antibiótico.

Após a intensificação do surto, medidas de proteção e prevenção de saúde serão adotadas na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo. Autoridades do Poder Judiciário, do Executivo e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) se reuniram com integrantes da Defensoria Pública, do Ministério Público e das secretarias de Saúde e de Justiça do estado para estabelecer as medidas a serem adotadas.



Durante a visita ao presídio e ao hospital, os presos relataram aos defensores públicos que possuem apenas uma roupa e que a condição de higiene não é adequada. Segundo a defensoria, o estado não faz a lavagem das roupas. Os presos lavam apenas com água e secam no próprio corpo.

As medidas que serão adotadas:

Atendimentos de saúde na penitenciária pela manhã e à tarde. A secretaria de Justiça fará o controle do cumprimento da jornada de trabalho das equipes e não haverá um limite de atendimentos, ou seja, será de acordo com a demanda.



O secretário de Saúde de Roraima, Allan Quadros Garcês, fará uma inspeção junto ao consultório odontológico da PAMC. Disponibilização emergencial de medicamentos já prescritos e uma nova ação de saúde para coleta de materiais para exames.

Em caráter de urgência, deverá ser providenciada uma ala específica no Hospital Geral de Roraima (HGR) para atendimento dos detentos, com melhoras no quadro de escolta e fiscalização.



Ficou estabelecido ainda que, esta semana, será feito um trabalho de dedetização em toda a PAMC e a limpeza das celas. Os presos em estado mais grave serão encaminhados à perícia médica.

Familiares de presos estão autorizados a levar kits de higiene, uniforme novo e outros equipamentos, conforme a padronização estabelecida pela secretaria de Justiça.

A Penitenciária Agrícola do Monte Cristo (Pamc) é a maior do estado, com cerca de 2,2 mil presos. Atualmente, a unidade está sob Intervenção Penitenciária, decretada no final de 2018.



No início de 2017, o país viveu uma onda de massacres em presídios, com três violentas rebeliões em penitenciárias do Norte e do Nordeste, motivadas por uma guerra entre facções criminosas rivais. As rebeliões deixaram, na época, 119 mortos.

Em Manaus, foram registradas mortes no Compaj e na Unidade Prisional do Puraquequara, no primeiro dia do ano. Cinco dias depois, na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, o conflito terminou com 33 mortos em menos de uma hora, numa provável retaliação da facção ligada às vítimas do massacre ocorrido em Manaus. Por fim, no dia 14, teve início outra guerra, na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Rio Grande do Norte, que se estendeu por mais de uma semana e deixou 26 detentos mortos. Fonte: Extra


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